Dúvidas mais frequentes sobre Portaria Remota Virtual

Nesta seção, respondemos às dúvidas mais frequentes de síndicos e administradoras de condomínios acerca da tecnologia de portaria remota, seus benefícios, o processo de implantação e adoção do sistema de forma a ajudá-lo na tomada de decisão na adesão da solução para garantir segurança e proteção ao seu patrimônio.

A portaria remota é um conjunto de medidas tecnológicas que visam à proteção de condomínios residenciais e empresariais. É uma solução de controle de acesso que substitui a presença do porteiro no condomínio por um controle e monitoramento à distância. Logo, a portaria remota envolve a proteção, o gerenciamento de entrada e saída de pessoas, o cumprimento de procedimentos, a segurança física, entre outros aspectos.

O sistema de portaria remota é composto pelos seguintes equipamentos de segurança eletrônica e CFTV:

  • Interfones e Porteiros eletrônicos (Comunicação interna e externa);
  • Controle de acesso (Chaveiros de proximidade, biometria e relatórios dos acessos);
  • Câmeras de segurança (Acessos, garagens, áreas comuns, áreas externas);
  • Alarme e proteção perimetral (Cercas eletrificadas e sensores de barreira);
  • Detecção e alarme de incêndio (Preservação do patrimônio);
  • Iluminação de emergência e placas de sinalização;
  • Sensores de iluminação (Interruptores de presença);
  • Motores Ultra rápidos para abertura e fechamento;
  • Abertura de garagem por aproximação;
  • Fechaduras eletroímãs;
  • Fechaduras digitais;
  • App para gerenciamento, chaves virtuais e comunicação.

Na realidade os temos são sinônimos para identificar o ambiente remoto, ou seja, a portaria virtual, inteligente ou remota nada mais é do que a operação de monitoramento realizado à distância por meio de câmeras e microfones que registram toda a circulação nos condomínios e empresas gerenciada pelo agente externo.

A eclusa é um tipo de controle de acesso para pedestres, é composto de dois portões ou porta em sequência pode parecer inútil, mas não é bem assim, a eclusa tem seu papel fundamental, através dela, os visitantes obrigatoriamente aguardam a liberação de entrada fora do local, ou seja, entre os portões, isso aumenta o controle e acesso de pessoas indesejadas. Portanto, se o síndico deseja implementar a portaria remota no condomínio, é essencial verificar a possibilidade da construção de uma eclusa, para assegurar a segurança total do sistema.

Sim. A estratégia de implantação de uma tecnologia de portaria remota elimina a necessidade de manter uma equipe no local, ou no caso, o porteiro, que uma vez contratado pelo próprio residencial, exige despesas de encargos trabalhistas como FGTS, INSS e férias.

O acesso ao condomínio é feito por meio de leitura biométrica (digital), cartão magnético ou tag. Diversos condomínios ainda adotam processos tradicionais para controlar o acesso a partir de anotações em caderninho ou folha de entrada.

Um sistema moderno com tecnologia apropriada permitirá gerar relatórios de entrada e saída via software, se existir algum sinistro, é possível verificar quem liberou o acesso para um intruso.



 

Além de reduzir os custos com a folha de pagamento, que chega a representar 70% das despesas, a segurança e a proteção são os principais benefícios. Sem a presença do porteiro físico no local, elimina-se o perigo do profissional ser rendido por bandidos, minimizando desta maneira as brechas de segurança.  E através da instalação de mais câmeras nas entradas e locais onde o acesso deve ser controlado, o monitoramento se torna mais seguro e efetivo.

Sim. Apesar das inúmeras vantagens, nem todos os condomínios são bons candidatos para este tipo de solução, isto porque, empreendimentos de grande porte, com mais de uma portaria e diferentes entradas de garagem dificultam a implantação, controle e o desempenho do sistema.

Dúvidas mais frequentes sobre Escolta Armada

É uma operação realizada por uma empresa de segurança patrimonial devidamente regulada e autorizada pela Polícia Federal do Brasil, cujo objetivo, é auxiliar à proteção de carga acondicionada e transportada por veículos automotivos, carretas, caminhões, balsas e barcos e também em aeronaves para áreas de difícil acesso onde é praticamente impossível o tráfego com veículos automotivos.

A escolta velada de cargas ou acompanhamento velado é uma operação especializada e executada por agentes devidamente motorizados, entretanto, eles não são caracterizados, ou seja, não há a identificação visual da empresa responsável.

Desta forma o acompanhamento velado é feito à distância de um veículo de carga sem despertar a atenção, permitindo sigilo total e o êxito da operação.

A execução do serviço de escolta armada é permitida após autorização específica da Polícia Federal, sendo necessário pelo menos 01 ano na atividade de vigilância patrimonial, composto por uma equipe de pelo menos 08 vigilantes, devidamente qualificados com curso de formação de vigilante (CFV) de 200h e o curso extensão em escolta armada (CEA) de 50h.

A escolta armada deve ser contratada para proteção e segurança de itens de grande valor agregado, uma vez que o roubo ou perda desses materiais causa um prejuízo imenso e até irreversível.

  • Equipamentos eletrônicos
  • Transporte de cargas ou mercadorias valiosas
  • Transporte de cargas de defensivos agrícolas
  • Transporte de cargas perigosas como explosivos
  • Obras de arte
  • Antiguidades
  • Documentos valiosos
  • Livros raros, entre outros

Por questões de segurança, em determinados casos, o transporte de cargas e até mesmo pessoas exige medidas e regras especiais para o resultado efetivo da operação. Portanto, é interessante entender alguns pré-requisitos importantes adotadas pela empresa de segurança patrimonial.

  • Permissão de operação pela Polícia Federal;
  • Permissão para uso de arma de fogo;
  • Capacitação em posição de tiro em plataforma;
  • Treinamento em direção defensiva tática;
  • Disponibilidade de rádio comunicação codificada;
  • Expertise para gerenciar as situações de crise e conflito;

O gerenciamento de riscos é um fator para garantir a segurança e a integridade da mercadoria e das pessoas, assim como o impacto diante de possíveis falhas. Mas, além da seguradora, do embarcador de mercadorias, da gerenciadora de risco e a transportadora, as empresas de escolta armada exercem o papel fundamental para o total controle da operação, por isso trata-se de um esforço conjunto e nunca isolado.

  • Realizar a operação de ronda e monitorar os locais de embarque, descanso e desembarque;
  • Verificar acessos e restringir a movimentação de pessoas e veículos em pontos estratégicos;
  • Inspecionar veículos e profissionais, reforçando o atendimento do cadastro da gerenciadora de riscos;
  • Garantir a segurança e integridade do motorista, auxiliares e carga, relatando quaisquer ocorrências ao durante o percurso da rota;
  • Interferir em momentos de risco e ação, inclusive com disparos se necessário;
  • Acionar as forças públicas de segurança com prontidão.

A operação de escolta de cargas é geralmente realizada por 1 viatura dependendo do valor transportado o número de veículos aumenta, o carro precisa obrigatoriamente ter quatro portas, ser provido de rádio comunicação e ser identificado com adesivo ou pintura.

Atualmente é comum a disponibilidade de outras ferramentas de segurança, por exemplo, os botões de pânico e sistema de rastreamento da empresa.

O mínimo permitido por escolta são dois integrantes, eles acompanham a carga por todo o trajeto e junto com o motorista seguem as orientações do gerenciamento de risco.

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